17 de novembro de 2020

Papas de Abobora e Farinha de Milho






Estas papas são típicas da região Beirã, difundidas e apreciadas por todo o País.
Podem ser servidas como lanche ou sobremesa e também como acompanhamento de uma refeição 


Ingredientes: 
(2 doses)

1- 500 gr de abóbora 
2- 100 gr de farinha de milho
3- Açúcar a gosto se forem doces.
4- Azeite
 e 1 pitada de sal qb se forem salgadas



Preparação:

• Cozer a abóbora > colocar 500 ml de água no copo e a abóbora no cesto, durante 15 minutos/menu vapor ou vel1 !120ºC
Ou utilizar puré de conserva 👉 Aqui

• Depois de cozida, retirar a água e reservar.

• Colocar a abóbora cozida no copo e triturar vel 6/ 15 seg.

• Adicionar a farinha, o açúcar( ou o sal ), 3/4 da água que reservou, envolver 15 seg vel 6 e verificar a *consistência.
Se necessário acrescentar a restante água ou mais um pouco e programar 10 / 15 min/ vel3/ 100°C. 

• *A consistência deve ficar um puré fluído, porque vai engrossar ao cozer

• No fim voltar a triturar se necessário.

Sirva simples ou polvilhe com canela.
bom apetite!

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Notas:

Pessoalmente faço com água, mas pode ser substituída por leite ou bebida vegetal. 

O doce é ajustado a gosto , e a farinha também, porque varia conforme a quantidade de água colocada... logo, pode precisar de mais, ou de menos quantidade, do que a referida...

Também pode alterar a farinha de milho por farinha de trigo, amido de milho ou outra a seu gosto.


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14 de novembro de 2020

Confeção e Conservação de Puré de Frutas ( Parte III - Esterilização/ Pasteurização & Vácuo)


Mais uma vez a durabilidade desta/s conserva/s , vai depender da Esterilização , Pasteurização e Vácuo.

Neste caso podemos fazer puré de maçã, pera, marmelo, e até de *abobora ou cenoura.

Optei por fazer individualmente de maçã, pera, marmelo. ....

 Têm duração de um ano, sem qualquer adição de açúcar ou outro adoçante.

Preparação:

    1. Prepare  a fruta e a esterilização do material ( pode ver 👉Aqui )
    2. Coloque a fruta descascada e partida no tabuleiro a vapor do robot.
    3. Adicione 1,5lt de água quente no copo (no caso da MCC) se tiver a Plus ou outro robot com menor capacidade adicione apenas 1lt. Programe 20 min/ menu vapor, ou 120ºC/ vel 1.
    4. Apos terminar o cozimento, retire a **água do copo, introduza a fruta cozida e reduza a puré, na vel 3/5/7 durante 40 seg. 
    5. No caso da abobora durante o processo de trituração adicione umas pedras de flor de sal ou outro equivalente.
    6. Coloque o puré em frascos, limpe toda a zona onde vai enroscar a tampa e feche bem.
    7.  Faça o processo de pasteurização colocando os frascos dentro de uma panela com água (têm de ficar totalmente submersos) tape e deixe ferver durante 20 min.
    8. Retire os frascos com o auxilio de uma pinça e deixe arrefecer naturalmente.


Depois de frios faça o teste do vácuo verificando se as tampas se encontram devidamente seladas, que consiste em pressionar  o topo da tampa. Esta não deve fazer nenhum tipo de som e estar totalmente lisa ou concava. 

Caso ouça um cilc, ou apresente relevo, o efeito vácuo não foi efetuado. Muito provavelmente não foi fechada corretamente, totalmente submersa na água aquando da pasteurização/vácuo, ou a tampa terá algum defeito.

Neste caso ou volta a repetir a pasteurização, ou terá de ser conservada no frio e consumida dentro de alguns dias. 

 
Após o arrefecimento e verificação, está pronto a ser consumido e não necessita de frigorifico.
Apenas terá de guardar em local seco, fresco e escuro.


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Notas Finais:

  • Os marmelos cozo na PPE, no acessório a vapor com um copo de água no fundo. Coloco inteiros e com casca, após terem sido devidamente lavados, durante 10 min/ menu vapor/ 130ºC. Depois de cozidos retiro a pele e caroços. Para mim é mais prático.
  • Para quem não tem robot de cozinha, pode efetuar todo o processo a vapor na PPE, ou noutra panela e triturar com a varinha mágica.
  • ** A água de cozimento da fruta pode ser aproveitada para fazer o néctar, por exemplo.
  • Estes purés podem ser adicionados a  papas, bolos, tartes, iogurtes, etc.
  • A abobora em sopas, filhoses, bolos, papas....
  • No caso da *abobora, só testei apenas 3 meses (por ser pouca quantidade). Este processo só é viável a partir do momento em que a abrimos ou em caso de estar na iminência de se estragar, uma vez que este fruto em condições normais  tem uma alta durabilidade.

Confeção & Conservação de Néctar ( Parte II - Pasteurização/ Esterilização & Vácuo)

 


 O que vai aumentar a vida útil do alimento em temperatura ambiente?

A Pasteurização, Esterilização e o Vácuo.. desde que  se cumpra todas as etapas corretamente. 

Neste caso especifico do néctar,  tem uma duração de *45 dias.

Preparação néctar:
 
  •  Escolha e lave a fruta, (faço com um mix de várias: maçã, pera, marmelo... é a gosto), retire cascas e caroços, partir aos quartos e colocar num recipiente com água e sal para evitar que oxide. Pode ver 👉 Aqui
  • Coloque a fruta dentro do copo até a marca de 2lt.na MCConnect / na MCPlus até á marca de 1,5lt. ( se tiver um robot de outra marca, opte por colocar a fruta até á marca anterior do máx)
  • Adicione água até cobrir a fruta.
  • Adoce a gosto ( pessoalmente não coloco qualquer adoçante)
  • Feche a tampa, coloque o copinho medida e triture na vel 3/5/7 durante 30 seg.
  • Programe o robot durante 20 min / vel3/ 100ºC.
  • ( Entretanto, proceda à 👉 Esterilização de todo o material necessário para a próxima etapa. Aproveite tempo e recursos, escolhendo logo de inicio uma panela com capacidade para ambas as tarefas). 
  • Findo o tempo volte a triturar vel 3/5/7 durante 45 seg.
  • Adicione sumo de um limão ( +/- 40ml), acrescente água a ferver ate á marca máxima permitida no copo, e volte a programar 15 seg/ vel 4.
  • O néctar está pronto. 

Pasteurização:
  1. Distribua  o néctar pelas das garrafas e feche bem individualmente.
  2. Coloque-as de seguida dentro da panela, com capacidade suficiente para que no final fiquem totalmente submersas de água. 
  3. Tape e deixe ferver durante 20 min (o tempo só começa a contar após a ebulição).
 

4.  Após os 20 min de ebulição, retire as garrafas com a ajuda de uma pinça e deixe arrefecer á temperatura ambiente. 
 

5.  Assim que estiverem totalmente frias, faça o teste de vácuo, que consiste em pressionar  o topo da tampa. Esta não deve fazer nenhum tipo de som e estar totalmente lisa ou concava.
Caso ouça um cilc, ou apresente relevo, o efeito vácuo não foi efetuado.
Muito provavelmente não foi fechada corretamente, totalmente submersa na água aquando da pasteurização/vácuo, ou a tampa terá algum defeito. Neste caso ou volta a repetir a pasteurização, ou terá de ser conservada no frio e consumida dentro de alguns dias.

 Após o arrefecimento e verificação, está pronto a ser consumido e não necessita de frigorifico.
Apenas terá de guardar em local seco, fresco e escuro.
 
Delicie-se!

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Notas finais:
  • *Teste e contra - teste realizado no espaço de 90 dias. Repetido, portanto duas vezes, para garantir a fiabilidade do processo.
  • É provável que tenha uma duração mais longa, uma vez que este se encontrava sem qualquer alteração de textura, cor e/ou sabor, em ambos os testes.
  • Uma ótima opção, para aproveitar os excedentes da horta ou de produtos adquiridos da época a um preço mais simpático.
  • Não requer equipamento especial, apenas necessitamos de uma panela, frascos e respetivas tampas, água e uma fonte de calor.
  • Podemos sempre, preparar maiores quantidades, conservar e usufruir mais tarde.  

Esterilização/Pasteurização/ Vácuo (Parte I - Introdução & Esterilização)

 


 Esterilização, Pasteurização Vácuo.

Esta é a minha experiencia pessoal, a qual foi impulsionada pela necessidade em aproveitar frutas da época e libertar espaço no frio e/ou congelador. 

Tudo começou no Verão de 2019, portanto um ano muito espetante com as mais variadas experiencias, em que os resultados ultrapassaram todas as minhas espectativas.

Comecei com puré de fruta, passei por muitas outras conservas e resolvi experimentar com o néctar.

 
A preparação e duração varia, consoante o tipo de conserva, em que umas estiquei o mais possível, outras não achei necessário, indo de encontro ás minhas necessidades. 

No caso especifico de néctar e purés, vai de meses até a um ano, sem adição de açúcar ou outro adoçante, exceto o da própria fruta. 

Existe à venda Pasteurizadores para confeção caseira, que atingem temperaturas até 100ºC com capacidades que podem ir até aos 28 lt.

 Mas são perfeitamente substituídos pelas PPE ou por qualquer outra panela normal, desde tenham capacidade adequada para o tamanho dos frascos que pretendemos introduzir, e que mantenhamos uma ebulição constante, durante o tempo adequado ao alimento que estamos a pasteurizar. 

Quanto ao tipo de frutas, utilizei as que mais abundancia tinha, como a maçã, pera, marmelo, pêssego , abóbora....

No caso dos purés optei por fazer individualmente cada tipo de fruta. 
Já o néctar, regra geral, faço sempre com um mix de frutas. 

Existem vários métodos para a conservação de néctar, puré de frutas e outras conservas. Que podem ser de curta, média ou longa duração, mais concretamente: no frio (dias); congelação da polpa (meses); ou mais prolongada com a pasteurização e vácuo

Em todos estes métodos existe regras bem definidas e uma das mais importantes  é a assepsia de todo o material utilizado, incluindo a sua manipulação. 

É esta esterilização que vai ditar o sucesso do produto final. E mesmo assim não é garantido a 100%, porque pode sempre haver alguma contaminação de matéria microbiana e/ou falha no acondicionamento provocado por alguma deterioração do vasilhame/tampas, que na hora do enchimento seja impercetível a olho nu.

As frutas vêm normalmente com terra, folhas, picadas e até com partes de insetos, resíduos de pesticidas e fertilizantes, (exceto estes dois últimos em produtos Biológicas), microrganismos, etc.

 Portanto, uma limpeza efetiva é indispensável antes do processamento, uma vez que os tratamentos térmicos apenas são eficazes para uma microbia normal. 

O começo é sempre o de lavar todas as frutas em água abundante com um desinfetante adequado. 

 
Verificar as tampas/frascos e descartar tudo o que não esteja em condições.
Os frascos / garrafas devem estar isentos de lascas e/ou rachas.

As tampas devem estar em perfeitas condições sem vestígios de ferrugem ou outros e fechar perfeitamente sem derramar, para permitir que o frasco seja hermeticamente fechado, evitando a entrada de ar, para que possa haver criação de vácuo após o arrefecimento. 


 A prévia lavagem  de todo o material, desde os frascos e tampas, passando por pinças, funil, etc. e a posterior esterilização, totalmente cobertos de água durante 15/20min contados após ebulição é imprescindível. Em alternativa  colocar todo o material no tabuleiro do forno, pré aquecido a 170ºC, durante 10 min.
Ambas as versões, deverão ser feitas, imediatamente antes do seu enchimento. 

  
Após a esterilização do material, colocar numa zona limpa, com a superfície que vai entrar em contato com os alimentos, virada para baixo. 
A partir deste momento todo o material está pronto a receber os alimentos que iremos pasteurizar.


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Nota final:
  • Não requer equipamento especial, apenas necessitamos de uma panela, frascos e respetivas tampas em perfeitas condições, água e uma fonte de calor.
  • No caso da fruta pode e deve ser aproveitada ao máximo, descartando apenas as partes tocadas ou picadas por insetos. 

3 de novembro de 2020

Como Evitar Oxidação Na Fruta

 



Todos sabemos que o limão é um antioxidante, uma vez que contém ácido ascórbico na sua composição. Por isso colocamos o seu sumo por cima da fruta para que não oxide.

Mas sabia que  existe um substituto, muito mais económico, e que o temos sempre presente nas nossas cozinhas?


Apenas precisamos de um recipiente 1,5lt de água e 1 colher de sopa de sal grosso.


Depois é só descascar a fruta e mergulhar na água com sal.



Este método  é ideal para peras, maças, marmelos, etc.
Também é útil para as bananas, desde que,  estejam pouco maduras e sejam mergulhadas inteiras.
 Caso já se encontrem muito maduras deverão de ser regadas com sumo de limão. 

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17 de outubro de 2020

Pudim De Chocolate

 


Esta é uma sobremesa, que fica bem em qualquer mesa e satisfaz o paladar dos mais exigentes!


Ingredientes:

  • 390 gr de leite condensado, ver 👉 receita ( ou 1 lata das pequenas);
  • 300ml de leite morno;
  • 6 ovos;
  • 25 gr de chocolate em pó;
  • 25 gr de cacau puro;
  • caramelo qb.


Preparação:

  1. Comece por untar com caramelo, o fundo de uma forma de bolo inglês de 25x 7cm. Coloque dentro da vaporeira e reserve.
  2. No copo, verta o leite condensado e os ovos. Programe velocidade 4 / 1min.
  3. Peneire o chocolate com o cacau e junte ao preparado. Volte a programar na vel 5/ 1min30seg.
  4. Com o robot em funcionamento e ao fim de 30 seg, adicione o leite morno e deixe terminar o tempo.
  5. Transfira o preparado para a forma através de um passador de rede e tape com papel de alumínio.
  6. No copo adicione 1,5lt de água, coloque a vaporeira e programe 35 min/ menu vapor.
  7. Findo o tempo verifique com um palito se o pudim está cozido.
  8. Retire, deixe arrefecer e leve ao frio até servir.
Bom apetite!!


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11 de outubro de 2020

Castanhas

 


Quentinhas e boas! 



Ingredientes:



  • 500gr de castanhas
  • 1lt ou 1,5lt de água, conforme a capacidade do robot que estiver a utilizar
  • sal qb. e erva doce






Preparação:

  1. Na MCPlus colocar 1lt de água quente no copo. Na MCConnect 1,5lt 
  2. Colocar o cesto com as castanhas (dando lhes um golpe previamente) temperadas de sal e erva doce a gosto.
  3. Programar menu Vapor/ Iniciar na MCC, ou Steamer / Start na MCPlus (para começar a descontar o tempo de imediato)
  4.  Ou em alternativa 20 min/ vel1/120°C. O tempo de cozimento depende do tamanho e qualidade das castanhas que temos no momento.
Delicie-se!!

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Nota:

Caso queira fazer em maior quantidade poderá utilizar a vaporeira procedendo da mesma forma no tempero das castanhas. Apenas tem de colocar em ambos os robots 1,5 lt de água a ferver no copo e programar entre os 30/ 40 min. Convém verificar a cozedura das mesmas aos 30 min.

Bolinhos De Arroz

 


Este, é aquele bolinho envolto numa tira de papel, de massa fofa e seca, que nos eleva a muito boas memórias da nossa infância.

Tentei transportar esse sabor, com a receita do livro  " A cozinha Ideal" de Manuel Ferreira.

Um livro muito antigo, mas com registos de saberes e sabores muito atuais!  




Ingredientes:
  • 200 gr de açúcar
  • 200 gr de farinha de trigo t55
  • 100 gr de farinha de arroz
  • 100 gr de manteiga 
  • 1 c. sobremesa de fermento
  • 4 ovos inteiros + leite qb.  ( juntar o leite aos ovos, até perfazer 350 ml )
  • Raspas de um limão médio

Preparação:

  1. Comece por pré aquecer o forno a 180ª C. 
  2. Coloque a borboleta, o açúcar, a manteiga amolecida e a raspa do limão. Programe: 2 min/ vel 4 .
  3. Adicione os ovos com o leite e volte a prog: 1min e 30 seg / vel 4.
  4. Coloque as farinhas peneiradas e o fermento e Prog: 45 seg / vel 4.
  5. Retire a borboleta e envolva bem o preparado com uma espátula.
  6. Forre o fundo dos aros com  um circulo de papel vegetal.
  7. Coloque papel vegetal ou tiras de papel próprio em volta do anel dos aros.
  8. Se não tiver os aros, copos de muffins próprios para forno, também servem. Neste caso apenas precisa de colocar o circulo no fundo.
  9. Com a ajuda de um saco de pasteleiro, ou com uma colher, deite  a massa nas forminhas até 2/3 da capacidade.
  10. Leve ao forno a 180 ºC nos primeiros 10 min e diminua para 170ºC , sensivelmente + 15 min (vai depender do seu forno) 
  11. Durante estes últimos 15 min e antes de estarem completamente cozidos polvilhe com açúcar para criar aquela crosta característica deste bolo.
Agora é só saborear esta delicia!



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6 de outubro de 2020

Broas de Todos-os-Santos



No próximo dia 1 de Novembro celebra-se o dia de Todos-os-Santos e com ele a tradição destas broas.

Estas são da zona de T. Vedras, a  terra que me completa!

De sabor intenso a erva doce, com um leve toque de canela, recheadas de noz e pinhão, são excelentes para se degustar junto com um chá na companhia de familiares e amigos!


Ingredientes:
  • 500 gr de farinha T 55
  •  250 gr de açúcar
  • 100 ml de leite morno 
  • 40 gr de manteiga derretida
  • 1,5 dl de azeite
  • 1 ovo 
  • 15 gr de fermento fresco ou 5 gr de fermipan
  • 1 c sopa de erva doce em pó ( triturei as sementes no moinho de café)
  • 1  café de canela 
  • 1/2 c café de bicarbonato de sódio
  • 1/2 c café de sal
  • 200 gr de nozes
  • 30/50 gr de pinhão
Preparação:

  1. Dilua o fermento no leite morno (37°C)
  2. No copo do robot colocar a farinha, o bicarbonato de sódio, o açúcar, o leite com o fermento, a manteiga o azeite, o ovo, a erva doce e a canela.
  3. Programe menu amassar / 45 seg. Na bimby programa amassar 2 min.
  4. Limpe as paredes do copo com uma espátula e volte a programar amassar/ 45 seg.
  5. Na bimby programa amassar 2 min
  6. Durante este ultimo ciclo adicione o sal. 
  7. Retire a massa do copo que deve estar macia e sem colar às mãos. (Caso se apresente muito seca pode acrescentar um pouco de leite, se liquida um pouco de farinha).
  8. Incorpore na massa as nozes e os pinhões. Faça bolinhas de +/- 60gr cada, coloque no tabuleiro de ir ao forno e tape com um pano.
  9. Deixe levedar durante 1h. 
  10. Pré aqueça o forno a 180ºC reduza para 170°C e deixe cozer entre 15 / 25 min.  Devem ser retiradas do forno quando ainda estiverem ligeiramente moles ao toque. 
Deixe arrefecer, delicie-se..... e ofereça umas quantas!



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Notas:

Depois de frias deve guardar num recipiente fechado, uma vez que se ficarem ao ar têm tendência endurecer.